quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

Feliz Aniversário Mãe!

quarta-feira, 9 de dezembro de 2009


"Tenho pensamentos que, pudesse eu trazê-los à luz e dar-lhes vida, emprestariam nova leveza às estrelas, nova beleza ao mundo, e maior amor ao coração dos homens"


sábado, 5 de dezembro de 2009

Amar e ser amado

Imagem: google

Amar e ser amado! Com que anelo
Com quanto ardor este adorado sonho
Acalentei em meu delírio ardente
Por essas doces noites de desvelo!
Ser amado por ti, o teu alento
A bafejar-me a abrasadora frente!
Em teus olhos mirar meu pensamento,
Sentir em mim tu’alma, ter só vida
P’ra tão puro e celeste sentimento:
Ver nossas vidas quais dois mansos rios,
Juntos, juntos perderem-se no oceano,
Beijar teus dedos em delírio insano
Nossas almas unidas, nosso alento,
Confundido também, amante
— amado — Como um anjo feliz...
que pensamento!?
(Castro Alves)

quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

Tenho fome!

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Comece fazendo o que é necessário, depois o que é possível, e de repente você estará fazendo o impossível.

São Francisco de Assis

domingo, 29 de novembro de 2009

O Mais-Que-Perfeito


Ah, quem me dera ir-me
Contigo agora
Para um horizonte firme
(Comum, embora…)
Ah, quem me dera ir-me!

Ah, quem me dera amar-te
Sem mais ciúmes
De alguém em algum lugar
Que não presumes…
Ah, quem me dera amar-te!

Ah, quem me dera ver-te
Sempre a meu lado
Sem precisar dizer-te
Jamais: cuidado…
Ah, quem me dera ver-te!

Ah, quem me dera ter-te
Como um lugar
Plantado num chão verde
Para eu morar-te
Morar-te até morrer-te…

Vinicius de Morais

sexta-feira, 27 de novembro de 2009

O Jardim de Papai Noel

Imagem: google

Jesus andava um pouco triste com as pessoas, porque no natal elas preocupavam-se apenas em comprar presentes caros, roupas novas, muitos brinquedos e estavam a esquecer-se do verdadeiro sentido desta festa cristã.
Assim, Jesus mandou chamar Papai Noel até a sua presença. O Bom Velhinho veio ligeiro atender ao chamado do Mestre.
Jesus: _ Noel, eu quero presentes diferentes!
Papai Noel: _ Diferentes!? Como, Senhor?
Jesus: _ Pense! Tu saberás!
Papai Noel foi para sua fábrica de brinquedos pensando nas palavras de Jesus. Como ele iria fazer presente diferente.
Chegando na fábrica marcou uma reunião com seus oito duendes. Os duendes eram os ajudantes do Bom Velhinho na hora de fabricar os presentes.
Pensaram. Conversaram. Pensaram novamente e chegaram a conclusão de que fariam um jardim de presentes especiais no Jardim da fábrica.
Os duendes foram até a Loja Celestial comprar sementes de flores mágicas.
Levaram as sementinhas para casa. Plantaram no jardim. Molharam. Colocaram adubo e as plantinhas foram crescendo até desabrocharem em lindas flores multicoloridas.
Como as flores eram mágicas, cada uma delas representava um bom sentimento e fariam dele o seu presente especial.
Os duendes foram apresentar suas flores às pessoas que vinham conhecer aquele maravilhoso jardim.
Flor do Amor:
- Dou de presente o amor que é a maior emoção de um coração!
Flor da Alegria:
- Dou de presente a alegria, que desta vida, é pura magia!
Flor da Paz:
- Dou de presente a paz e a calma que ela nos traz!
Flor da Pureza;
- Dou de presente a pureza que enfeita a nossa natureza!
Flor da Amizade;
- Dou de presente a amizade que traz a caridade!
Flor do Perdão:
- Dou de presente o perdão para acalmar um coração.
Flor da Felicidade:
- Dou de presente a felicidade para alegrar a nossa cidade!
Flor do Carinho:
_ Dou de presente o carinho a todo mundo no meu caminho!
Após a apresentação, os duendes e as flores deram-se as mãos e foram depositar os presentes junto à árvore de Natal, onde Jesus Menino dormia na manjedoura.
Logo após cantaram uma linda canção para festejar o nascimento do Cristo, nosso Salvador.
Era noite de Natal, e todos ficaram emocionados com seus presentes especiais.

Denise de Souza Severgnini
03/12/2003

quarta-feira, 25 de novembro de 2009

Canção Mínima

Imagens: google


No mistério do Sem-Fim,
equilibra-se um planeta.

E, no planeta, um jardim,
e, no jardim, um canteiro;

no canteiro, uma violeta,
e, sobre ela, o dia inteiro,

entre o planeta e o Sem-Fim,
a asa de uma borboleta.

Cecília Meireles